Como doi nascer.
Como as cinzas doem, como queimam!
E eu que pensava serem as chamas as mais doloridas.
Ledo engano.
Nascer no inferno dos infernos, sair da caixa de sapatos, escolher, decidir...
“Ninguém falou que seria fácil!”
Mas também não foi falado que doía tanto.
Ciclo maldito que não passa, apenas sofre mutação.
Sozinha nesse lugar, pensando uma besteira qualquer!
Ahh Angélica e seu mundo de setim!
Achou que estaria guardada para sempre, até que quis gritar mais alto.
E gritou, e mostrou, e saboreou, e agora não para de chorar.
Sino-brasileira paraguaia enche Angélica de coragem e fé!
Angélica está perdida, no fundo do rascunho de sua ex-felicidade.
sábado, 18 de abril de 2009
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